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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Eu digo que te amo, não dizendo, quando te toco levemente no cabelo e te olho nos olhos. Eu digo que te preciso, não dizendo, quando te abraço forte e permaneço assim por tempos. Eu digo que te quero, não dizendo, quando aperto a tua mão e coloco-a sobre o meu peito para tu sentires o bater do meu coração. Eu digo-te que és lindo, não dizendo, quando te olho e sorrio sem teres feito absolutamente nada. Eu digo-te que sou orgulhosa, não dizendo, quando te faço pensar que eu não me importo se continuamos ou paramos. Eu digo-te que preciso de te ouvir dizer para eu ficar, não dizendo, quando eu vou embora. Eu digo-te que és um eterno clichê para mim, não dizendo, quando faço versos, poesias, rimas, prosas, diálogos. Eu digo-te que nunca te quero perder nessas palavras, mas tu nunca saberás. Eu digo-te que te escrevo, não dizendo, quando falo que escrever é a minha vida. Eu digo sempre, não dizendo. Eu digo sempre, por entrelinhas, que te quero para sempre. — Danniela F.

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